DECLARAÇÕES DA OAS NADA VALEM EM INACABADO BANCOOP

BOMBA-

DECLARAÇÕES DA OAS NADA VALEM EM INACABADO
BANCOOP

OAS TENTA RETOMAR UNIDADE QUE NÃO É DELA!
JUÍZA IGNORA PEDIDO E DIZ QUE SENTENÇA VALE PARA
ESCRITURAR.

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Desta vez não pegou bem!

Quanto vale a palavra da OAS que entrou em inacabado BANCOOP?

Quanto vale suas declarações ao dizer que entrou com acordos,
assembleias, homologações?

Quanto vale levar ao JUIZ a matricula imobiliária (com seu nome
escrito) após incorporar a seccional?

RESPOSTA: NADA VALE!

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MAIS UMA ESPETACULAR VITÓRIA SOBRE A OAS SUCESSORA
DA BANCOOP NOS CONTRATOS

Novamente, estamos levando a todos o parecer judicial sobre
a ENTRADA DA OAS em seccional Bancoop.

Mesmo após homologações, acordo entre amigos, encerramentos
de processo de associação fracassada, NADA DISSO serve para lhe
cobrar.

Nada disso serve para tentarem tomar sua casa!

A construtora SUCESSORA nada mais é que uma extensão
da BANCOOP INADIMPLENTE!

Qualquer mané que apareça na sua frente dizendo que: ou você
me paga ou tomo sua casa, nada mais é que (mais um ) GRANDE
MENTIROSO.

Desta vez, a construtora OAS que entra nas seccionais por força
POLÍTICA, segundo advogado da própria empresa
( veja declaração aqui: http://www.youtube.com/watch?v=05sfczAG3Pc )

Tentou OBTER a unidade da vitima que mora, devido ao fato

deste ser INTELIGENTE e não ter aceito novo pacto comercial
algum – o famoso ACEITE.

Esta decisão rendeu ao cooperado a escritura sem CUSTOS,
NÃO ACEITAR, rendeu a vitima no inacabado a ESCRITURA
SEM CUSTO.

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VEJA MAIS UMA ESPETACULAR VITÓRIA SOBRE A OAS:

Pedido negado foi:

a)OAS 06 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS SPE LTDA.,
propôs AÇÃO DE IMISSÃO DE POSSE contra MÁRCIO N L e
eventuais ocupantes.

(queria despejar quem não lhe pagou)

—————————–

b)…sob fundamento de que, por força de acordo de transferência
de direitos e obrigações celebrado com a BANCOOP, anterior
incorporadora do empreendimento, é proprietária do imóvel descrito
na inicial, sobre o qual exerce o réu (cooperado Marcio) posse
injusta, porque inexistente relação contratual entre as partes.

———————————–

c) … embora notificado para optar pela aquisição da unidade no
empreendimento, com o abatimento dos valores previamente pagos
à Bancoop, ou pela restituição de tais valores, MANTEVE-SE
O REQUERIDO INERTE.

(em outras palavras o cooperado NÃO ASSINOU NADA)

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d) A ocupação do imóvel pelo demandado gerou danos materiais,
dada a impossibilidade de dar destinação econômica ao bem.

Por isso, faz jus ao pagamento de indenização consistente no
pagamento de aluguéis mensais desde a citação, além de eventuais
danos causados ao imóvel, a serem apurados em fase de liquidação.

(OAS queria receber aluguéis da vitima)

—————————–

VITIMA SE DEFENDEU NA AÇÃO

Disse: Formulou o réu (Marcio) pedido reconvencional com vistas
à condenação da autora (OAS) a outorgar escritura pública de venda
e compra do imóvel…

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SAI A SENTENÇA JUDICIAL:

É o relatório. Fundamento e decido – JUÍZA SENTENCIA:

Exame dos documentos acostados aos autos, evidencia que
o réu celebrou com a Bancoop “Termo de Adesão e Compromisso
de Participação“, do qual consta preço total estimado de R$ 37.000,00
em 01/08/2000.

Não concluído o empreendimento, passou a cooperativa a
experimentar dificuldades de todos conhecidas e que resultaram na
composição celebrada com a autora (OAS) por força de termo de
ACORDO homologado em sede de ação civil pública, de modo que
a autora(OAS) assumiu o lugar da Bancoop no empreendimento

(juíza diz que a OAS virou SUCESSORA DA BANCOOP)

Em abril de 2009, Assembleia de cooperados ratificou o acordo e
o compromisso da OAS de concluir as obras.

A tese (DA OAS) contudo, não vinga.

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COMEÇA A AULA DA JUÍZA:

AULA 1:

É que, ao celebrar acordo com a Bancoop… a autora (OAS) assumiu
a posição contratual da cooperativa e se sub-rogou em todos os
direitos e deveres que antes cabiam à Bancoop, na qualidade de
fornecedora de serviços de construção do imóvel.

Tornou-se, portanto, responsável por todos os direitos e obrigações
referentes não só com relação ao projeto, como também aos
adquirentes
das unidades.

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AULA 2:

imperioso reconhecer não estar a autora (OAS) legalmente autorizada
a exigir do réu (MARCIO)-, então já imitido na posse da unidade
adquirida, por força do pagamento do preço ajustado com a Bancoop –
, pagamento de expressivo valor ADICIONAL a título de suposto
resíduo de custeio de obras no regime cooperativo, apurado sem
base em critérios objetivos.

Daí porque, diante do reconhecimento de que o réu (Marcio) pagou
a totalidade do preço de aquisição do imóvel, está a autora (OAS) na
qualidade de SUCESSORA dos direitos e obrigações da Bancoop,
obrigada a outorgar-lhe escritura pública de venda e compra do
imóvel, que, levada a registro, resulte na efetiva transmissão do
domínio.

=====================

AULA 3 : OAS /ESCRITURA

De rigor, assim, a outorga ao réu da escritura pública de venda
e compra nos termos preconizados no pedido reconvencional,
independentemente do pagamento à autora de valor adicional
a título de diferença de preço.

Na qualidade de consumidor, tendo celebrado contrato a preço certo,
integralmente honrado, não está o réu sujeito a pagar o valor atual de
mercado ou a sofrer as consequências da má gestão do empreendimento
pela Bancoop.

=====================

AULA 4 : OAS DISPENSADA A ESCRITURAR/SENTENÇA JÁ VALE!

Não encontro motivo razoável para condenar a autora a outorgar
a escritura, diante da longeva recusa verificada. Possível e mais eficaz
que, desde logo, a sentença opere as vezes de título de transmissão
da propriedade.

Por todo o exposto:

JULGO IMPROCEDENTE o pedido inicial (DA OAS)

JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE (pedido do MARCIO)

declarar quitado pelo réu o preço do imóvel adquirido e inexigível pela
autora qualquer valor a título de resíduo ou diferença de preço.

Também para suprir, com esta sentença, a manifestação de vontade
da autora, operando a outorga ao réu da adjudicação do domínio pleno
do imóvel descrito na inicial.

São Paulo, 07 de junho de 2013.
CLAUDIA DE LIMA MENGE
Juíza de Direito

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Na integra:

http://bancoop.forumotion.com/t5186-construtora-oas-tenta-retomar-imovel-mas-juiz-manda-escriturar

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RESUMO:

Pouco vale a palavra da OAS, viu quanto foi a valia
da palavra da vitima?

Foi tão aceitável e importante dizer que: PAGUEI A BANCOOP TO QUITADO,
que a juíza já disse que a SENTENÇA valia para escrituração, dispensando
qualquer atividade da OAS.

Agora, após o processo passar pela SEGUNDA INSTÂNCIA, a vitima
irá substituir o nome da OAS da matricula, ira colocar o seu nome,
por força JUDICIAL e sem pagamentos indevidos.

Seja inteligente, identifique o COOP-NÓQUIO e aliados empresariais
políticos, e livre-se deles!

Este processo demorou 8 meses para chegar neste estagio!

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Caso queira dados mais específicos desta ação a advogada
é a Dra Luiza Mestieri :

Dra. Luiza Mestieri

mdadvocaciacivil@gmail.com

http://www.mddireito.com.br

(13) 3877-2357
(11) 3081-0588

=======================

NOVO GRUPO DE LUTA NA PENHA DEVIDO A INTENÇÃO DA OAS
EM RETOMAR CASAS

PONTO DE ENCONTRO AQUI:

novacasaverde@gmail.com

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