JUIZA DA ESCRITURA EM INACABADO BANCOOP SEM CUSTOS – CONSTRUTORA OAS TERA QUE ESCRITURAR!

ESCRITURA SEM CUSTO DIZ JUIZA!

JUIZA DA ESCRITURA EM INACABADO BANCOOP
SEM CUSTOS – CONSTRUTORA OAS TERA QUE ESCRITURAR!

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CUIDADO COM EMPRESARIOS QUE ESCONDEM
SENTENÇAS JUDICIAIS COMO ESTA ABAIXO.

PERGUNTE A SEU ADVOGADO(A) SE O JUIZ ESTA ERRADO!

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15/11/12

Aliados da Bancoop estão atentos e sempre prontos para
defender a captação FINANCEIRA das vitimas da Bancoop.

Algumas duvidas podem surgir na mente de quem já mora,
e fica sendo provocado(a) a PAGAR MAIS PARA TER O QUE
JÁ DEVIA.

Vamos abordar algumas duvidas e levar a todos pareceres
judiciais.

As sentenças divulgadas aqui são as importantes sentenças de
JUIZES E DESEMBARGADORES, que são ignorados pelos aliados
da Bancoop, que na verdade querem apenas o SEU DINHEIRO.

DUVIDAS COMUNS:

1) Quando uma construtora/incorporadora/condomínio de construção
mutirão de moradores/etc… assume obra inacabada
da Bancoop, mesmo após homologação judicial, e caso passem
TERRENO, OBRA, MAQUINAS, CARROS, PÁ, ENCHADA,
ELEVADORES, FERRAGENS, para o nome do grupo…

O QUE DEVO SABER?
O QUE EU POSSO FAZER?
O QUE PRECISO SABER?
O QUE PODE ACONTECER?
O QUE PODEM FAZER?
O QUE EU PRECISO FAZER?

A resposta é simples, consulte a opinião dos JUIZES, veja como
eles encaram este fato, envolvendo a Bancoop. Compartilhamos
que a opinião de fóruns, blogs, não deve prevalecer, caso não
tenham lastro em SENTENÇAS E DECISÕES JUDICIAIS.

CUIDADO:

Opinião pessoal sobre este caso pode se misturar com interesse
FINANCEIRO, então nada melhor que estudar as decisões de juízes
que já estudaram e sentenciaram este problema:

QUEM MORA, DEVE PAGAR A CONSTRUTORA NOS MOLDES
PROPOSTOS?

Vamos lá, vamos ver o que juízes já disseram, para evitar que
opiniões de INTERESSEIROS aliados da Bancoop
(e não são poucos) afetem nossas conclusões.

Vamos INICIAR com a 1° aula:

BUTANTÃ
VITIMA PATRICIA-
OAS COBROU 70 MIL

O que disse a juiza no caso da Sra. Patrícia do Butantã?

Lá, a construtora OAS assumiu a construção parada da
INCORPORADORA BANCOOP, quais seriam as opções
da Sra. Patrícia, pagar o que lhe pediram, ou consultar um
JUIZ e procurar saber se: a pratica adotada
(TRANSFERENCIA DA OBRA) lhe obrigava a pagar algo.

Ela levou o caso ao judiciário, e a juiza DECIDIU:

Vamos destacar pontos importantes desta decisão JUDICIAL
(lembre-se opiniões pessoais pouco valem, o que VALE
é decisão JUDICIAL, sites políticos, blogs políticos, fóruns
políticos pouco lhe ajudam, empresários que querem seu
dinheiro pouco ajudam)

O PROCESSO nº: 583.00.2010.208543-1
(iniciado em 2010 – sentença em 2012)

DEMOROU 2 anos para ter a sentença.

Juíza diz:

Cooperada (Patrícia – moradora de inacabado) requer
judicialmente Ação de Inexigibilidade de Débito cumulada
com Obrigação de Fazer e Indenização por Danos Materiais
e Morais contra COOPERATIVAHABITACIONAL DOS BANCÁRIOS
DE SÃO PAULO- BANCOOP e OAS EMPREENDIMENTOS S/A,
alegando que recebeu propaganda do empreendimento
Altos do Butantã pelo preço a partir de R$ 37.000,00

aplica-se o Código de Defesa do Consumidor, uma vez
que a cooperativa consiste em fachada para negócios imobiliários;
firmou termo de adesão, comprou o apto XXX do Bloco B, quitou
o preço e recebeu as chaves; depois de dois anos da quitação
recebeu cobrança de um adicional no valor de R$ 28.331,59.

VITIMA APONTA SEU PROBLEMA AO JUIZ E MAGISTRADO
COMENTA:

(no Butantã) A segunda requerida (OAS) intitula-se proprietária do
imóvel e cobrou-lhe a assinatura de um contrato em que deveria
confessar um débito em torno de R$ 70.000,00.

Perceba que: esta situação se repete, nas seccionais
CASA VERDE, LIBERTY, COLINA PARK, ILHAS ITALIA..
..é a mesma situação!

A situação é a seguinte: A Bancoop não fez a obra vendida,
aparece um GRUPO COBRANDO VALORES, qual é a decisão
judicial, deve-se pagar ou não?

Neste caso a JUIZA:
Dra. LÚCIA CANINÉO CAMPANHÃ –
Juíza de Direito/ 6ª. Vara Cível

JUIZA SENTENCIOU ASSIM!

No tocante ao mérito, com razão em parte a autora
(Sra. Patrícia) A requerente (cooperada) firmou o termo
de adesão e compromisso de participação, na data de
25 de outubro de 2000, constando o valor estimado do
bem de R$ 37.000,00.

De acordo com planilha da data de 11 de outubro de 2006,
a autora que já recebera as chaves do imóvel, quitou
o contrato, visto que não consta saldo devedor nem parcelas
em aberto.

A requerente (Sra. Patrícia) recebeu as chaves do imóvel
quitou integralmente o contrato (termo de adesão),
mas posteriormente recebe inexplicavelmente um rateio
extra e em seguida exige-se nova complementação de
valores para que se ajuste ao contrato firmado exclusivamente
pelas requeridas (Bancoop e OAS).

Nesse meio tempo a cooperativa envolve-se em uma série
de escândalos amplamente divulgados pela imprensa,
com denúncias de desvio de dinheiro pelos seus dirigentes…

AGORA VEM A O PONTO CHAVE: Juíza diz:

Por tais razões, entende-se que realmente quitado o contrato
(inicial feito com a Bancoop) da autora,(Sra. Patrícia) antes
do acordo celebrado entre as rés (Bancoop e OAS) em
consequência, nenhum outro valor lhe poderá ser exigido,
incumbindo à requerida proprietária (OAS) a outorga da
escritura.

PARECER FINAL DA JUIZA:

JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE o pedido, confirmando
decisão que antecipou os efeitos da tutela , para declarar
a inexigibilidade de débito pertinente ao imóvel adquirido
pela autora (Sra. Patrícia) e condenar a ré OAS Empreendimentos
S/A na outorga da escritura definitiva de compra e venda
da unidade xxx, bloco B, do empreendimento Altos do Butantã
em favor da autora (Sra. Patrícia) no prazo de quinze dias
contado do trânsito em julgado da sentença…

Na inércia da ré, a sentença produzirá os efeitos da declaração
não emitida para fins de transferência de propriedade…

São Paulo, 19 de março de 2012. LÚCIA CANINÉO CAMPANHÃ
Juíza de Direito

Veja na integra a decisão da Juíza:

http://pt.scribd.com/doc/86399657/butanta-escritura-bancoop

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veja mais aqui:

http://bancoop.forumotion.com/f98-transferindo-a-obra-e-cobrando-juizes-condenam-novas-cobrancas

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DICA INTELIGENTE:

Siga a opinião de juizes/Desembargadores, muitos estão
tentando enganar dizendo que ESCRITURA EM INACABADO
por via judicial é impossivel.

a Juiza do caso cima desmente esta FALSA ALEGAÇÃO.

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DECISÃO EM 2 ANOS

Caso noticiem a entrada de construtora, voce pode exigir sua
escritura judicialmente, neste caso acima a decisão saiu em
2 anos.

Voce decide:

Pega a LIMINAR JUDICIAL que demora 5 dias, e sentença que
demora 2 anos ou paga os EMPRESARIOS, com financiamentos
de 20 anos.

Lembrando que nestes 20 anos, se deixar de pagar 3 parcelas ,
os empresarios TOMAM unidade.

Mandaremos mais algumas decisões para lhe ajudar.

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