Vitimas da Bancoop na Comissão Federal (2010)


Vitimas da Bancoop foram ate a Comissão de fiscalização
e controle em 2010.

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Últimas Notícias – Rádio Câmara

ouça o audio com a REPORTAGEM:

http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/Radio/2010/05/rdflash20100511-IM-0009-wma-028.wma

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video:

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Integrantes da Comissão de Fiscalização e Controle
querem a presença na Câmara do ex-diretor da Bancoop
João Vaccari Neto.

Ele é investigado pelo Ministério Público de São Paulo
por envolvimento com um suposto esquema de desvio de
recursos da Cooperativa dos Bancários para financiamento
de campanhas políticas.

A Bancoop nega todas as acusações.

No entanto, o deputado Vanderlei Macris (PSDB/SP) considera
que os relatos e documentos entregues à comissão pelos
cooperados da entidade, durante audiência pública nesta
terça-feira, servem para reforçar o comparecimento de
João Vaccari Neto.

A data dessa audência ainda não foi definida. Segundo Macris,
a presença de Vaccari é importante para desvendar o mecanismo
do suposto esquema.

Qual foi a mecânica de utilização de recursos para alimentar
esta articulação político-partidária que existia dentro da
Bancoop.

Afinal, era uma instituição de cooperados que esperavam
a realização dos programas habitacionais e que,na verdade,
foram lesionados por conta de uma má gestão praticada por
ele na Bancoop.

O deputado Silvio Torres (PSDB/SP) também quer esclarecimentos.

Queremos saber os salários de diretores e presidente da
Bancoop, se eles são filiados a partidos políticos para
saber se realmente procedem as denúncias de

Representante dos proprietários de um dos empreendimentos
da Bancoop em São Paulo,Marcos Sérgio Migliaccio disse que
pagou todas parcelas, mudou-se para o apartamento no Edifício
Cachoeira, mas corre o risco de perder o imóvel, que foi
penhorado por conta de uma dívida trabalhista da cooperativa.

De acordo com o cooperado, dos 5.337 apartamentos da Bancoop
apenas 3 mil estão registrados em cartório. Ele disse que duas
mil pessoas questionam na justiça uma cobrança sem sentido
feita pela Bancoop.

Cerca de três anos após o recebimento das chaves, os cooperados
foram surpreendidos com a cobrança de valores entre R$ 5 mil
e R$ 200 mil, que segundo Marcos Sérgio caracteriza uma tentativa
de nova captação financeira.

Marcos Sérgio disse ainda que os cooperados contrataram um notário,
com fé pública, para provar que eram impedidos pela Bancoop
de particiar das assembleias.

Ele presenciou que 109 pessoas, cooperados que estavam lá com
a carta de convocação para a assembleia, foram impedidas de entrar
por estarem inadimplentes.(isso nas contas da bancoop)

Só que barrar cooperados em assembleias é a maior transgressão
à lei federal.

Não existe nada pior do que barrar o cooperado porque ele
é a essência da cooperativa. Por esse e por outros motivos
a gente alega que a Bancoop nunca foi uma cooperativa de verdade,
mas sim uma empresa do sindicato dos bancários.

Antônio Molina, conselheiro do Edifício Anália Franco, disse que
foi humilhado ao ser obrigado a usar uma pulseira preta para
caracterizar os inadimplentes durante uma das assembleias
da cooperativa.

Molina não se considera inadimplente porque passou a depositar
em juízo as parcelas referentes à suposta cobrança indevida
feita pela Bancoop depois da entregadas chaves.

Marcelo Fechio Santos quitou as parcelas, mas depois de três
anos ainda não tem a escritura de seu apartamento no Edifício
Saint Phelipe.

Segundo ele, o condomínio apresenta sérios problemas,
como infiltração, rachaduras e refluxo de esgoto nos andares
mais baixos.

Já Cleber Borges de Aguiar disse que mais de 90% dos
cooperados do Residencial Vila Clementino quitaram o aporte
de R$ 15 mil cobrados pela Bancoop.

Apesar do saldo contábil, a conta-corrente da seccional
não registrava crédito.

Para reaver o dinheiro, os moradores entraram com uma
ação judicial, em fasede andamento na justiça paulista.

O empreendimento conta com duas torres concluídas
e um esqueleto.

De Brasília, Idhelene Macedo
terça-feira, 11 de maio de 2010
Reprodução autorizada mediante citação da Rádio
Telefone: (61) 3216-1700
Fax: (61) 3216-1715
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TAQUIGRAFIA DOS DEPOIMENTOS:

http://www.scribd.com/doc/35636437/Comissao-Fisc-Cont-11-05-10-BANCOOP

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VEJA NO JORNAL DA CAMARA FEDERAL

http://www.scribd.com/doc/45176473/Jornal-Camara-Federal-caso-bancoop

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